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logoinovacaoAs inovações sociais respondem às necessidades de melhorar práticas sociais ou organizacionais, pactuando com a redução das desigualdades e privilegiando a melhoria da qualidade de vida. São processos, serviços e produtos que satisfazem as necessidades sociais através de conhecimentos e tecnologias geradoras de novas soluções, através da participação e da cooperação dos atores implicados.

A área de inovação social tem o propósito de articular, organizar, reunir, integrar e estimular as iniciativas socialmente inovadoras geradas na UFRJ. O trabalho desenvolvido nessa área tem em vista que projetos desse tipo podem ser adotados como políticas públicas, apropriadas por comunidades e empresas, ou ainda contribuir para o desenvolvimento de novas soluções que promovam necessárias transformações sociais.

Por meio de uma política de integração de diversas áreas disciplinares, a Agência UFRJ de Inovação pretende articular colaborações de dentro e de fora da Universidade, estimulando o diálogo entre iniciativas de inovação social. As ações socialmente inovadoras a serem incentivadas são aquelas que comungam da mesma visão empreendedora presente nas demais áreas da Agência UFRJ de Inovação. Buscar soluções para os desafios do contexto contemporâneo é um importante papel da universidade e fomentar, apoiar e estruturar estudos, projetos e iniciativas sociais pode, certamente, contribuir para o estabelecimento de um canal de troca efetiva com a sociedade e aumentar concretamente o impacto gerado por estas ações.

 

PROJETOS E EVENTOS APOIADOS

Alunos Contadores de Histórias: Ação realizada em parceria com o Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira, relacionando a atividade de humanização da saúde com os conceitos de Inovação Social. (https://youtu.be/ZRQ10k_EZ4k).

Clube da Esquina: Uma iniciativa socialmente inovadora na inclusão social de pessoas com transtornos mentais por meio de atividades de lazer e na luta por uma sociedade sem manicômios que objetiva auxiliar na construção da cidadania em detrimento do estigma de “doente mental”. Parceria com o Instituto de Psiquiatria da UFRJ.

Concha: Proposta de criação de um recurso compartilhado de pesquisa, criação e difusão das ciências e artes do som. Um projeto que vem sendo construído em articulação com docentes e técnicos de diversas unidades da universidade (em construção).

Encontro de Sabores & Saberes: Evento anual que tem por objetivo promover o encontro de experiências e de saberes tradicionais e científicos em torno da alimentação nas perspectivas culturais, ambientais, sociais e da saúde. Uma iniciativa em parceria com o Instituto de Nutrição e o Sistema de Alimentação da UFRJ.

Feira Agroecológica da UFRJ: Organizada semanalmente na Cidade Universitária, esta parceria com o Restaurante Universitário e o Instituto de Nutrição Josué de Castro reúne agricultores e cooperativas do estado do Rio de Janeiro que comercializam produtos agroecológicos cultivados pelo sistema de agricultura familiar. (http://youtu.be/-KGyXQTsblc)

Fórum UFRJ Acessível e Inclusiva: Considerando a necessidade de tornar o espaço educacional um local não excludente por meio de ações que permitam acessibilidade física, comunicacional, atitudinal, acadêmica, produtiva e cultural de todas as pessoas, foi criado o Fórum Permanente UFRJ Acessível e Inclusiva, que é um espaço regular de discussão, elaboração e suporte ao desenvolvimento e implementação da política institucional em acessibilidade da UFRJ. (https://ufrj.br/acessibilidade).

Hub: O Hub UFRJ é um laboratório em rede de projetos experimentais montado com a intenção de se tornar uma referência para a comunidade acadêmica da UFRJ que tem interesse em empreender e impactar a sociedade através de descobertas científicas e tecnológicas. Acumulando características de um makerspace (oficina de uso coletivo), um fablab (oficina de projetos digitais) e um medialab (laboratório para projetos interdisciplinares em diversas áreas como design, artes, comunicação etc), este espaço físico permite o compartilhamento de recursos, equipamentos e serviços para transformar o conhecimento adquirido na Universidade em inovações e atividades empreendedoras. Assim, o espaço busca ser referência para aqueles que queiram inovar em suas áreas e precisam de suporte para o desenvolvimento das atividades, promovendo uma rede de apoio a projetos sociais, startups e projetos colaborativos.

Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares: Criada em 1995, a Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (ITCP) da Coppe é um programa de extensão universitária. Concebido de forma inovadora, trabalha para tirar da invisibilidade grupos sociais excluídos econômica e socialmente, tornando-os capazes de melhorar a própria qualidade de vida, por meio de inclusão produtiva. São catadores de materiais recicláveis, usuários do sistema de saúde mental, camponeses, pequenos prestadores de serviços, egressos do sistema penitenciário, entre outros. Eles são organizados em cooperativas e apoiados com treinamento e qualificação. Utilizando técnicas de gestão e engenharia de produção, e combinando-as com os conhecimentos de outras áreas e parceiros, a ITCP cria metodologias e desenvolve ações de inclusão e valorização do trabalho desses grupos que estão nas bordas da economia informal e, por isso, não são enxergados pelos agentes da economia formal. A ITCP ajudou a construir a Rede Universitária de Incubadoras de Cooperativas Populares, da qual fazem parte, hoje, cerca de 60 universidades de quase todos os estados brasileiros. Projetos desenvolvidos diretamente pela incubadora, em convênio com órgãos governamentais, resultaram na criação de programas nacionais oficiais, com ações disseminadas por todo o país. (http://www.itcp.coppe.ufrj.br).

LASIN: Financiado pela Comissão Europeia e coordenado pela Universidade Caledônia de Glasgow, o projeto envolve um consórcio de treze parceiros, incluindo onze universidades, dentre as quais está a Universidade Federal do Rio de Janeiro. As atividades do projeto estão baseadas em quatro regiões da América Latina: Mercosul (com sede no Chile), Comunidade Andina (com sede na Colômbia), Brasil e América Central (com sede no Panamá). A ideia é que através de unidades especializadas de apoio à inovação social, as universidades possam desenvolver novas iniciativas e ações sustentáveis que contribuam diretamente para a coesão social, a igualdade e o desenvolvimento socioeconômico em cada região. (http://lasin-eu.org)

Projeto de Letramento de Jovens e Adultos COPPE: O objetivo da iniciativa é alfabetizar servidores e prestadores de serviço da Coppe e da UFRJ que não tiveram oportunidade de estudar e dar uma base mais sólida àquelas pessoas que, por algum motivo, interromperam seus estudos, dando a elas mais segurança para que possam retornar ao ensino formal. Criado em 2005, o projeto passou por uma série de mudanças e hoje tem a duração de três anos. O curso é dividido nos níveis básico, intermediário e avançado, de forma a nivelar o conhecimento dos alunos. Atualmente as aulas são ministradas por alunas da Faculdade de Letras da UFRJ e por alunos da Coppe voluntários.

Rede de Agroecologia da UFRJ: ​A agroecologia abrange, além das técnicas ecológicas de plantio e cuidado com a terra, o caráter social e cultural das comunidades, com o objetivo de orientar a agricultura à sustentabilidade, no seu caráter  multidimensional. Historicamente, a abordagem do tema nos cursos de graduação da UFRJ é praticamente nula. Um marco para esse assunto na UFRJ foi a I Semana de Agroecologia, realizada em setembro de 2009. Este evento suscitou a discussão e envolvimento da temática dentro do espaço universitário, estimulando a criação da Feira Agroecológica da UFRJ e da disciplina de Agroecologia no Instituto de Biologia, em 2010. Em novembro de 2012, foi realizada a II Semana de Agroecologia da UFRJ - “Fortalecendo o diálogo entre os saberes acadêmicos e populares”. Essa Semana promoveu a divulgação da temática e fortalecimento das articulações dentro e fora da Universidade, estimulando a criação da disciplina de extensão MUDA: Agroecologia e Permacultura, na Escola Politécnica, em 2013. Em novembro de 2015, foi realizada a III Semana de Agroecologia e I Semana de Agricultura Urbana da UFRJ - “Roçando a cidade, resgatando o rural”. O evento contribuiu para o fortalecimento do debate, trazendo estímulos para a criação da Rede de Agroecologia da UFRJ. A Rede de Agroecologia da UFRJ teve como marco inicial uma reunião realizada no dia 17 de dezembro de 2015, onde estiveram presentes os coletivos Capim Limão, Muda Maré, MUDA - Mutirão De Agroecologia e EAPEB - Educação Ambiental com Professores da Escola Básica, que fundaram a Rede. Foi criado um canal de comunicação por e-mail e uma agenda comum, contemplando reuniões mensais, mutirões, grupos de estudo, seminário interno semestral e está sendo planejado um evento aberto ao público para o segundo semestre de 2016. Desde sua criação, foram realizadas reuniões mensais e atividades articuladas entre os grupos, com a incorporação de outros coletivos da UFRJ à Rede. No dia 04 de junho foi realizado o I Seminário da Rede de Agroecologia da UFRJ, contando com a participação de 16 pessoas de 7 coletivos, os quatro já citados mais os coletivos Plantando na Moradia, Geomata e Feira Agroecológica da UFRJ. O seminário teve como objetivos o reconhecimento e aproximação dos grupos, compartilhamento de experiências e o planejamento de ações coletivas. A Rede de Agroecologia da UFRJ tem como perspectivas criar uma plataforma online para melhor apresentação, mapeamento e integração das diversas iniciativas, consolidar a articulação com demais grupos de agroecologia no Brasil, agregar mais pessoas e dar suporte para a manutenção e a criação de disciplinas e projetos relacionados à temática. (https://youtu.be/HU7w2Pnrhmo)

Seminário NIDES: ​​O Seminário do Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social (NIDES) é um evento anual que teve como tema, em sua 3ª edição (2016), a Tecnologia e o Desenvolvimento Social. Na ocasião debateu-se sobre o conceito de desenvolvimento social, aprofundamdo os principais teóricos do desenvolvimento de nosso país. Outro eixo importante para discutir estratégias de desenvolvimento foi abordado ao problematizar os conceitos de tecnologia e inovação, de modo a ajudar a pensar tecnologias para voltadas para o alcance do desenvolvimento social. O evento também  abriu espaço para que os alunos da primeira turma do mestrado profissional em Tecnologia para o Desenvolvimento Social apresentassem seus projetos de dissertação.​

Universidade das Quebradas: O Projeto de extensão Universidade das Quebradas é uma experiência acadêmica na área da cultura que pretende consolidar um ambiente de troca entre saberes e práticas de criação e produção de conhecimento, articulando experiências culturais e intelectuais produzidas dentro e fora da academia. Este projeto pretende ser de duas vias: para as comunidades que estão produzindo cultura mas não têm acesso à produção intelectual das Universidades, e também para a comunidade acadêmica que denuncia carência similar em relação ao acesso a outros saberes e formações culturais fora da Universidade. (www.universidadedasquebradas.pacc.ufrj.br)

USIS: Unidade de Suporte à Inovação Social é parte do projeto de pesquisa LASIN (Latin American Social Innovation Network), co-financiado pela Comissão Europeia, com o propósito de implementar um modelo de envolvimento Universidade/comunidade, baseado na combinação de atividades curriculares e extra-curriculares, materiais e instrumentos de aprendizagem, treino prático, oficinas e mentoring para reforçar as ligações da universidade com o ambiente social mais amplo. A atividade apoia inovações sociais como chave para o desenvolvimento e envolve um consórcio de treze parceiros, incluindo onze universidades, com a Glasgow Caledonian University coordenando como o parceiro principal. Com metodologia própria, desenvolvida previamente no projeto de pesquisa, a comunidade interna à UFRJ (professores, técnicos administrativos e estudantes) trabalhará com a comunidade externa (Grupos comunitários, ONGs e/ou OSCIPS, Organizações governamentais e empresas), apoiando o desenvolvimento de inovações sociais.

 

ATORES

 

Mapear, catalogar, difundir, partilhar e articular os atores chave em projetos de inovação social da universidade pode contribuir para a melhor compreensão sobre o conceito e a pluralidade do tema, para o crescimento e o fortalecimento das iniciativas. Mas esta ação pode também servir à emergência institucional, científica e social, de respostas às necessidades humanas que apenas as inovações tecnológicas não conseguem oferecer.

Neste sentido, a Agência UFRJ de Inovação desenvolveu dois trabalhos:

1- Entrevistas com alguns membros da comunidade universitária que já interagem com o setor de inovação social da Agência e que auto declaram trabalhar com o tema, além de indicados por estes entrevistados e membros da Rede IVIS;

2- Construção de um mapa do ecossistema de Inovação Social da UFRJ, em fluxo contínuo.

Pretendemos que este seja um projeto contínuo e ampliado pelos atores da comunidade universitária e estendido aos parceiros externos de forma a propiciar a construção de efetivas e desejadas transformações sociais.

 

pessoas beany

Beany Guimarães Monteiro
http://www.somos.ufrj.br/professores/view/2571
UNIDADE: Escola de Belas Artes
DEPARTAMENTO: Departamento de Desenho Industrial/ EBA

“Inovação social refere-se a atividades e serviços inovadores motivados por uma demanda social e difundidos por organizações cujos objetivos predominantes são sociais. (Mulgan, G. The process os Social Innovation. Innovations, Technology, Governance Globalization. MIT Press, spring, 2006, pp. 145-162).”

 

 

 


 

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Carla Martins Cipolla
http://www.somos.ufrj.br/professores/view/5503
UNIDADE: Coordenação de Programas de Pos Graduação em Engenharia
DEPARTAMENTO: Programa de Engenharia de Produção/COPPE



 

 


  

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Celso Alexandre Souza de Alvear
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4765141J5
UNIDADE: NIDES


“Inovação social é o conhecimento desenvolvido de forma dialógica e participativa entre a academia e a sociedade voltado para atender necessidades sociais coletivas.”

 

 


 

Daniel N. Gomes Júnior - LARES - IE


“Toda nova solução que agregue eficiência, eficácia e sustentabilidade a um problema social é uma inovação social.”

 


 

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Eduardo Raupp
www.somos.ufrj.br/professores/view/3647
UNIDADE: Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa Administrativa
DEPARTAMENTO: Programa de Administração


“Inovação social é uma solução inédita ou significativamente melhorada para problemas sociais que pode ser proposta e implementada por atores públicos e/ou privados, mas que assegure que o valor gerado seja majoritariamente, ou integralmente, apropriado pela sociedade.”




 


 

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Felipe Addor
http://www.somos.ufrj.br/professores/view/5678
UNIDADE: Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social
DEPARTAMENTO: Gabinete do Nides/ CT

“A Inovação Social pode ser definida como uma prática ou técnica inovadora com finalidade social, em oposição à finalidade de mercado, desenvolvida pelos atores diretamente envolvidos com a realidade que se pretende transformar, ou em diálogo com estes, e que se caracterize pelo acesso universal e o uso de caráter coletivo, visando ao bem comum da população.”

 


 

pessoas goncaloGonçalo Guimarães
UNIDADE: ITCP (Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares - Coppe - UFRJ)
DEPARTAMENTO: Gabinete do Nides/ CT

“É aquela que permite aos setores da base da cadeira produtiva alçar outros pontos na cadeia produtiva.”

 

 

 


 

heloisabuarque

Heloísa Buarque – PACC - CLA


“Inovação social é o exercício insistente de uma escuta forte do outro.”

 

 


 

heloisafirmoHeloisa Firmo
www.somos.ufrj.br/professores/view/5252
UNIDADE: Escola Politécnica
DEPARTAMENTO: Departamento de Recursos Hídricos e Meio Ambiente/ Poli


“Inovação social é desenvolver metodologias ou técnicas que permitam melhorar a inserção social, no sentido de fortalecer a cidadania.”

 


  

marcosbarreto

Marcos Barreto
www.somos.ufrj.br/professores/view/5314
UNIDADE: Escola Politécnica
DEPARTAMENTO: Departamento de Construção Civil/Poli


“É a criação de um produto ou processo inovador que promova a melhoria da qualidade de vida de uma comunidade ou sociedade segundo um consenso social.”

 


 

ritaafonso

Rita Afonso
http://www.somos.ufrj.br/professores/view/3850
UNIDADE: Faculdade de Administração e Ciências Contábeis/CCJE
DEPARTAMENTO: Departamento de Administração Facc/CCJE


“Coisas que pessoas fazem que melhora e/ou muda o padrão relacional.”

 


 

robertobartholo

Roberto dos Santos Bartholo Junior
http://www.somos.ufrj.br/professores/view/5635
UNIDADE: Coordenação de Programas de Pos Graduação em Engenharia
DEPARTAMENTO: Programa de Engenharia de Produção/COPPE

 

 

 

 


 

sidneylianza

Sidney Lianza
http://www.somos.ufrj.br/professores/view/5376
UNIDADE: Escola Politécnica
DEPARTAMENTO: Departamento de Engenharia Industrial/Poli


“Inovação Social, já que pedes, seria para mim subverter a ordem das iniciativas vindas de cima para baixo.””

 

 

 

 

 MAPA DA INOVAÇÃO

 

O quê?

É um espaço para divulgação de projetos e produção de informações orientadas pelo tema da inovação social e organizados a partir dos estudos desenvolvidos pela comunidade da UFRJ.

Pretende contribuir para a consolidação de colaborações entre projetos e pessoas.

Sua estratégia central é promover o diálogo com os atores que atuam nesse campo para pensar a atuação da Universidade nas necessárias respostas aos desafios da sociedade contemporânea. Além de identificar demandas e criar um espaço fomentador de articulações.

Por quê?

Em 2008 desenvolvemos o projeto do Instituto Virtual de Inovação Social – IVIS, uma plataforma habilitante para iniciativas sociais inovadoras dentro e fora da universidade. Uma série de percalços que vão desde dificuldades técnicas até barreiras na cultura institucional não permitiu o avanço da iniciativa. No entanto, a importância de se ter um espaço de divulgação e articulação de uma rede de iniciativas de interesse social nascidas na UFRJ se manteve presente. É esta lacuna que pretendemos preencher com o trabalho aqui apresentado.

É sabido que há um conjunto de informações que estão dispersas em diferentes espaços de consulta e sem uma organização orientada pelas questões específicas do tema da inovação social e outros grupos interessados nas temáticas afins. O que esperamos é que além das informações organizadas, consigamos fomentar uma produção de conhecimento aplicada à ação dos atores acadêmicos e socais e dos formuladores de políticas públicas para este campo.

Para que serve?

Para dar visibilidade e subsidiar a produção de conhecimento para o campo da inovação social, visando à articulação de uma rede de pessoas e organizações que lidam com o tema, viabilizando a produção colaborativa de conhecimento para fortalecer os projetos em a inovação social na UFRJ.

Como foi construído?

Foram mapeados os atores, os projetos e os estudos em inovação social na UFRJ, com base no seguinte método:

1- Análise de banco de dados abertos: base minerva, plataforma Somos UFRJ e Pantheon;

2- Identificação das principais palavras chave correlatas ao tema da inovação social: tecnologia social, economia solidária, inovação social, empreendedorismo social, social innovation, social technology e marketing para inovação social;

3- Seleção das palavras-chaves que foram utilizadas para a construção do mapa: tecnologia social, economia solidária e inovação social.

A seleção das tags seguiu o critério de números de citação na plataforma Somos UFRJ.

Este trabalho resultou em um mapa formado por uma rede de pessoas que trabalham com o tema da Inovação Social e/ou assuntos correlatos a partir das suas vinculações institucionais. Clique aqui ou na imagem para ser direcionado ao mapa.

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